Há algum tempo, após ter feito este hotspot em placa de testes, encomendei as respectivas PCB (que estão disponíveis aqui) para poder montar o hotspot, que têm a particularidade de poderem ser utilizadas através duma ligação USB ou através do GPIO do Raspberry. Feita a ligação via USB funcionou perfeitamente, ainda na fase de protótipo, como está descrito neste artigo, feita a ligação por GPIO, por mais voltas que desse, não funcionou. Curiosamente a informação sobre estes módulos é algo escassa, pelo que deixei para mais tarde. Relembrando que tinha visto em tempos a imagem em que um dos terminais da placa ligava ao módulo STM32, decidi, já que não tinha nada a perder, tentar ligar também esse terminal. No entanto não deu nada. Verificando informações na net acerca de outras placas, reparei que nalgumas, além dos 10 pinos de GPIO que eram ligados, era necessário ligar outros dois pinos para que a placa pudesse ser programada. E assim fiz, soldei esses dois pinos e coloquei um jumper entre dois terminais que estavam ligados a um desses pinos para que, como referi antes, a placa pudesse ser programada. Entretanto tinha ligado previamente o outro terminal do GPIO ao STM32 e foi quando consegui carregar com sucesso o firmware, sendo que finalmente a placa foi reconhecida. Existe outra maneira de configurar o carregamento de firmware, no entanto para não me alongar muito no texto, elaborei um pequeno documento que pode ser descarregado mais abaixo, com algumas imagens, que mostra todo o processo, desde as ligações ao carregamento de firmware que como já disse, pode ser efectuado de duas maneiras (Para estas placas o firmware em formato .bin não está disponível, tendo que ser compilado). Para terem uma ideia de como fica, após montagem (E sim, a Raspberry A+ que usei é mais pequena que a placa e fica literalmente escondida debaixo dela)!
Manual de configuração disponível aqui
73’s

